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Os Pecados dos nossos Pensamentos III

05 set

Continuação “Os pecados dos nossos Pensamentos II”

2 – À sugestão segue-se a deleitação. Quando nos damos ao trabalho de repelir imediatamente a tentação, sentimos nela certa complacência ou prazer, que nos vai arrastando ao consentimento. Mesmo então, se a vontade não dá seu assentimento, não há pecado mortal; quando muito, poderá haver pecado venial. Se, porém, não recorrermos então a Deus e não nos esforçarmos por resistir à tentação, facilmente nos sentiremos arrastados ao consentimento e perdidos, segundo as palavras de Santo Anselmo (De similit., c. 40): “Se não procuramos impedir a deleitação, ela se transformará em consentimento e matará a alma”.
Uma senhora, que tinha fama de santa, teve, um dia, um mau pensamento, que não repeliu imediatamente, e pecou por pensamento. Por vergonha deixou de confessar esse pensamento criminoso e morreu, pouco depois, em estado de pecado. Porque morreu com fama de santidade, mandou o bispo que fosse sepultada em sua própria capela. No dia seguinte, porém, apareceu-lhe ela, toda circundada de fogo, e confessou – lhe, infelizmente já tarde demais, que estava condenada por ter consentido num mau pensamento.

3 – Consentimento: Toda a malícia do mau pensamento está, porém, no consentimento. Havendo pleno consentimento, perde-se a graça de Deus e chama-se sobre si a condenação eterna, quer se tenha o desejo de cometer um pecado determinado, quer se pense ou reflita com prazer no pecado como se o estivesse cometendo. Esta última espécie de pecado chama-se uma deleitação deliberada ou morosa, e deve-se distinguir bem da primeira, isto é, do pecado de desejo.
Entendemos nestes últimos artigos como é que a tentação age em nós querendo nos derrubar e nos fazer cair…Não deixe que estes ensinamentos de Santo Afonso Maria de Ligório passe despercebido sem que você se esforce para coloca – los todos em prática!
Recomendo ainda a releitura destes Artigos “Os Pecados dos nossos Pensamentos I, II, III” e junto da leitura dos deles que você faça suas anotações, trechos que o Senhor falou ao seu coração…Somente não deixe que tamanha preciosidade passe sem que você possa colher os frutos necessários!

Deus abençoe você!

Leia também:

1. “Os Pecados dos nossos Pensamentos I “

2. ” Por que escrever sobre o Mal?”

3. “Orando pelo Sentimento de Medo”

Sobre o Autor:

Danilo Gesualdo, atua junto ao Ministério de Cura e Libertação, residindo em Cachoeira Paulista.
Para contato me envie um e-mail: livresdetodomal@gmail.com Saiba mais sobre: Danilo Gesualdo ou siga Twitter (danilogesualdo)

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1 comentário

Publicado por em 5 05UTC setembro 05UTC 2011 em Cura Interior

 

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Uma resposta para “Os Pecados dos nossos Pensamentos III

  1. Leitor

    27 27UTC julho 27UTC 2017 at 15:27

    Pensamentos contra a castidade, sendo repelido mas ao mesmo tempo sem conseguir e aceitando mas sem querer é mortal?

     
  2. Leitor

    27 27UTC julho 27UTC 2017 at 15:24

    Gostaria de saber se pensamentos impuros contra a castidade que vem a mente são mortais, mesmo resistindo mas ao mesmo tempo não conseguindo. Como se aceitace mas ao mesmo tempo não querece por saber que não são certo.

     
  3. Fernando

    6 06UTC maio 06UTC 2017 at 12:05

    Excelente artigo. Me ajudou muito. Deus abençoe a todos.

     
  4. Fernando

    6 06UTC maio 06UTC 2017 at 12:04

    Excelente artigo. Me ajudou muito. Deus abençoe a todos.

     
  5. Agostinho

    26 26UTC maio 26UTC 2015 at 15:20

    Muito bom artigo. obrigado pela partilha. que Jesus e Maria o abençoe sempre e a toda a comunidade CN.

     
  6. Mateus

    25 25UTC janeiro 25UTC 2015 at 12:48

    Existe tambem a debilidade na vontade, no qual a pessoa peca venialmente? Vi uma vez este concelho “Pergunta:…Queria saber se esses pensamentos que tenho são pecados mortais. No momento em que eles vêm, eu resisto, mas me parece que consinto… Não sei como explicar: eu resistindo, mas eles “forçando”! Agradeço desde já sua resposta.

    Resposta — Se o leitor resiste ao mau pensamento, provavelmente se deve concluir que não houve pecado mortal. Pode ter havido alguma debilidade passageira da vontade, sem consentimento pleno, seguida de uma retomada da resistência, e neste caso terá havido um pecado venial. ……

     
  7. Francisco

    3 03UTC novembro 03UTC 2011 at 23:54

    Li as 3 partes. Ótimo trabalho. Obrigado.

     

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